quinta-feira, 24 de abril de 2014

Oppitz Tecnologia | Grupo Cequipel

Saúde e Ergonomia

A Carteira Informatizada Oppitz é a mais perfeita integração entre o mobiliário escolar e o equipamento de informática. Sendo assim, foram ergonomicamente projetadas para garantir a saúde do aluno, obtendo também o melhor aproveitamento do espaço físico e o máximo de conforto do usuário.


Os monitores que utilizamos por serem maiores (LCD de 14” Widescreen, 15” ou 17”) e estarem corretamente posicionados facilitam muito a leitura dos alunos que não forçam tanto os olhos (visão) e tão pouco a parte cervical da coluna (pescoço) e cabeça para frente.


A disposição do teclado permite uma posição confortável para a coluna torácica e lombar, pois estas partes ficam total e devidamente apoiadas na cadeira durante a sua utilização, também evitam-se bursites e tendinites, ficando os braços em posição normal sem forçá-los para cima.


Monitores de lap tops por exemplo, de tamanho insuficiente e baixa resolução de tela forçam os estudantes a se projetarem para frente, com anteriorização da cabeça, resultando em aumento da cifose torácica, protusão e elevação dos ombros e demasiada sobrecarga no sistema musculoesquelético, notadamente na região cervical. 


Além disso, estes portáteis exigem demasiadamente da visão dos estudantes e assim precocemente os usuários podem vir a sofrer com problemas oftalmológicos e de coluna vertebral.


Ecologia


Não possuem baterias ou peças que possam ser descartadas no meio ambiente assim como acontece, frequentemente, com notebooks, câmeras, celulares e demais portáteis.


Praticidade

Nossas carteiras informatizadas servem como um mobiliário escolar comum permitindo que o professor de a sua aula da forma tradicional através do uso de livros e cadernos, porém com um simples movimento sobre o tampo da mesa, elas “se transformam” em um computador de última geração. 


Assim diminuímos a necessidade do transporte de muitos livros, notebooks ou do deslocamento de alunos até um laboratório isolado.


Controle das aulas

Nossa solução conta com o processamento de dados centralizado em um único servidor, assim é possível restringir o acesso às salas de bate-papos, sites de relacionamento e inibir a instalação de programas não autorizados, conforme o sistema pedagógico da escola e vontade do professor.


Economia

Vêm se falando em conceder a cada aluno um notebook, isso quer dizer que as escolas têm que fornecer um computador para cada estudante das turmas da manhã, tarde e noite. 


Na nossa solução geramos uma maior economia já no investimento inicial, na aquisição de equipamentos de informática, pois estes são dimensionados ao uso em sala de aula, sendo propriedades da escola; ou seja, uma mesma Carteira Informatizada será utilizada por vários alunos de diferentes turnos.


Também oferecemos economia a longo prazo, pois temos outro diferencial marcante, usamos Thin Clients e não computadores comuns. 


Algumas vantagens que os Thin Clients oferecem frente ao uso de PC´s: Menor custo de aquisição; consomem até 88% menos energia elétrica; maior vida útil; invulneráveis a vírus; por não possuírem peças mecânicas têm muito menor ocorrência de defeitos; reduzem os custos com licenciamento e tempo de instalação/atualização de softwares e upgrades.


Segurança

Fornecemos o equipamento de informática já integrado ao mobiliário e ainda para termos uma maior segurança, instalamos dispositivos anti-vandalismos, o que inibe ou elimina a ação de roubos.


No caso do uso de notebooks, os alunos e professores devem transitar com estes aparelhos e ainda correm riscos de assaltos, de caírem e quebrarem, serem usados por outras pessoas ou serem molhados em dia de chuva. 


Com as Carteiras Informatizadas os alunos têm acesso à informática em um local seguro, na própria sala de aula, e o transporte é apenas da "informação", ou seja, através do armazenamento dos conteúdos em Pen Drives. Só se carrega para casa um Pen Drive.


Interatividade

Um enriquecimento maior à disciplina lecionada pode ser gerado a qualquer momento pelo professor, ou até mesmo por um aluno, pois todos são participantes ativos em sala de aula e estão interligados em constante acesso à internet e à infinita disposição de informações que esta oferece, dependendo apenas da autorização e necessidade do professor. 


É possível uma total interação entre os alunos e o educador.

Fonte: Oppitz Soluções Tecnológicas

Por que ter um tablet? Saiba mais sobre seu uso e benefícios

Os tablets chegaram ao mercado brasileiro em meados de 2010 e de lá pra cá (conforme exposto na matéria anterior) têm tomado cada vez mais espaço na lista de preferências dos usuários de tecnologia.


São mais de 8 milhões de aparelhos vendidos ao ano e muitos benefícios a serem lembrados: a praticidade do equipamento que cabe em qualquer lugar e não exige nenhuma extensão de fios, a multifuncionalidade, a duração da bateria (um laptop pode passar apenas cerca de três horas antes de precisar ser conectado a uma tomada, já um tablet pode passar quase um dia inteiro ) e, claro, o menor custo.


No entanto muitas pessoas ainda se perguntam e confundem o uso do eletrônico, que de fato é um aparelho multi funções.Então, vamos esclarecer todas essas dúvidas? Para que, afinal, um tablet pode ser útil? 


Estudo – Diversas escolas já substituirão computador tradicional pelos tablets, que levam vantagem por serem mais fáceis de armazenar e mais acessíveis financeiramente. É possível utilizá-los como leitores digitais para livros e apostilas, suporte para joguinhos e vídeos educativos.


Trabalho – Grande utilidade para leituras rápidas e apresentações de projetos ou estudos para um grupo pequeno de pessoas. Ideal para auxiliar em reuniões e viagens.


Viagens – Além de ocupar menos espaço, o aparelho manterá você conectado e será garantia de conectividade a e-mails, livros e até filmes durante os deslocamentos.


Entretenimento – Ótima ferramenta para o lazer – para todas as idades. Crianças pequenas podem iniciar e incentivar seu desenvolvimento motor e idosos podem usufruir de jogos de reforcem a memória e estimulem a circulação.


Fonte: Cequipel | Dexx Comunicação Estratégica

terça-feira, 8 de abril de 2014

Professor: 3 segredos para evitar uma aula chata

Manter a atenção parece impossível, conversar com o colega é tentador, os olhos ficam pesados, e lá se vai a presença mental em sala de aula. O sono e a distração venceram. Todo estudante que já pegou no sono em sala de aula, ou pelo menos chegou bem perto disso sabe a origem dos sintomas acima: uma aula chata.


Uma aula “sem graça” é capaz de desprender a atenção de um aluno com tanta facilidade que pode parecer involuntário, no entanto a dispersão nem sempre é responsabilidade apenas do aluno. Como telespectador de um show, os estudantes estão ali, em sala de aula, diante dos professores para estudarem – e isso não significa que a prática não possa acontecer como um show de conhecimento, de estudo e de aprendizado.



A falta de equilíbrio entre o teórico e o pratico contribui muito para tornar uma aula desinteressante aos olhos dos estudantes. Mas algumas regras podem ser úteis para auxiliar os professores no desenvolvimento de aulas mais empolgantes e distantes da chatice e sonolência. Hoje, vamos abordar três sugestões simples para fugir dessa falha comum. E você, aluno, se identificou com o relato acima, encontre um oportunidade para compartilhar este material com seu professor. Se as dicas forem colocadas em prática, todo mundo vai sair ganhando!



Pratique a interdisciplinaridade

Se una a outros professores e trabalhem em sintonia. Juntos conseguirão o poder de entreter o aluno e imersão completa no tema em questão. Se o estudo em pauta na matéria de História for o Descobrimento do Brasil em História por que não abordar o assunto também em Geografia, em Artes e em Ciências? A sintonia dos assuntos será positiva, pois será capaz de criar uma atmosfera de inserção maior na cabeça do aluno. Os temas em separados são vistos como desconexos e mais distantes da realidade.


Use e abuse da dinâmica

Alguns professores afirmam “Toda criança adora aprender, pois o novo é surpreendente, é cativante”. O que elas não gostam é de estudar, porque o estudo tradicional e padronizado pelas escolas se tornou uma coisa chata.


Sempre que encontrar oportunidades traga ao novo e diferente para a sala de aula. Convide, literalmente, seus alunos a serem parte da aula não só como espectadores do conhecimento ali disseminado, mas também como ferramentas para que o processo aconteça. Peças de teatro, danças, vídeos, filmes, debates ou seminários são algumas boas sugestões.


Façam parte da realidade dos alunos

Segundo os especialistas, o alto grau de evasão tanto dos estudantes do ensino fundamental, como do ensino médio é reflexo da falta de conectividade que o individuo tem com a escola. Por não se sentirem inseridos no ambiente escolar não encontram nenhum pretexto que o motive a ficar. Projetos sociais que identificam as necessidades da comunidade onde a escola está inserida são ótima oportunidade para integrarem grande número de estudantes. Ao, literalmente, fazer parte, eles terão mais resistência em desistir.


Fonte: André Nogueira, Jônatas Lima e Tião Rocha

Professores recebem treinamento
para Lousa Digital Oppitz
 

A tecnologia aliada ao conhecimento pode ser uma grande ferramenta de aprendizagem. A internet, os exercícios interativos e o acervo midiático colaboram para o interesse e a participação em sala de aula.


Durante o dia, os docentes puderam aprender sobre o funcionamento dos equipamentos, tirar dúvidas e receber dicas para aperfeiçoarem as atividades que serão realizadas na 
Lousa Digital.


Segundo a secretária de educação, Mirian Medre Nóbrega, além de melhorar a atenção e atrair o interesse dos alunos, a lousa será uma ferramenta para auxiliar o professor.



“É um equipamento, um recurso que atrai a atenção e o interesse dos alunos. Além de tudo isso, nossa preocupação era que a lousa fosse uma ferramenta que ajudasse o professor. Mas isso já foi superado. Os professores estão muito animados, estão gostando da formação, do equipamento”, enfatizou.



O responsável pela capacitação dos mestres, Dariel de Carvalho, acredita que a formação trouxe resultados positivos. “Os professores estão abertos e estão assimilando muito bem o conteúdo da nova lousa. Eu acredito que o trabalho vai ter um retorno muito rápido”.


Dariel ainda defendeu que a lousa abre uma nova porta para o aluno. “Ela pode trazer a internet e o aluno pode interagir na sala de aula, participando diretamente da rede mundial de computadores, utilizando recursos que existem na internet”.






Os professores mostraram grande interesse na utilização da lousa e da internet em sala de aula. A professora de 4ª Série da Escola Municipal Vera Lúcia – Célia Rosana Santos – afirmou que a lousa deve complementar e não substituir o quadro e o giz.



“Se você ficar só usando a tela no sentido de caneta, deixando o giz de lado, você não vai estar enriquecendo, só estará mudando o jeito de escrever”, comentou.





Sobre as atividades multimídia, a professora pretende utilizar o que aprendeu no treinamento. “Eu sou vidrada em matemática. Tem uma atividade da tabuada que parece uma mágica. É maravilhosa. E tem outras também que eu já ouvi falar”, finalizou Célia.


Escola: espaço de aprendizado para todos, sem exceção!

Ao idealizar uma escola, não podemos esquecer de registrar alguns detalhes para que esse local também possa estar devidamente preparado para receber a todos, inclusive aos cadeirantes. Ao citar essa condição, logo se imagina uma rampa ou elevador de acesso, no entanto, a inclusão de pessoas com deficiências físicas ou limitações motoras, vai muito além disso, especialmente diante do ambiente escolar.


A inclusão da criança ou o adolescente com deficiência física não pode, de maneira alguma, se resumir a instalação de fontes de acesso. A escola, como lugar de todos, é um espaço especialmente para que todos aprendam, sem exceção. E tal aprendizado inclui toda a cartela de atividades escolares.


É inaceitável um deficiente físico estar fora das atividades de desenvolvimento das habilidades motoras. É preciso que a escola perceba a necessidade do incentivo e da inclusão total, possível, sim, com pequenas adequações de praticagem ou metodologia.


Assim, o movimento de incluir alunos com deficiência física no perfil de escola tradicional regular tem sido cada vez maior e, aos poucos, o sistema educacional tem se adequado a essa demanda, sem perder de vista que a escola o ponto principal das escolas: educar, sem qualquer distinção ou restrição!


Abaixo seguem algumas orientações para que o estudante com deficiência física seja de fato introduzido no contexto escolar.


1-Todos são iguais 
O aluno com deficiência, exceto por auxílios específicos, não deve ser tratado de forma distinta. Caso isso ocorra, será impedimento para que a classe integre o colega cadeirante naturalmente;

2-Pequenas adaptações: grandes resultados
Dificuldades motoras devem exigir adaptações curriculares, especialmente nas aulas de educação física e artes. Essa é a etapa de desconstruir o conceito de competição e trabalhar com a cooperação. É interessante pensar em possibilidades que possam oportunizar a vivencia de todas as atividades, inclusive dos esportes. Por exemplo: jogo de basquete com miscelânea de equipes ou tênis de mesa com adequação da altura estrutura do mezanino;

3-Tecnologia: ferramenta facilitadora
Computadores com softwares específicos e outras ferramentas como ponteiras e recursos de voz que auxiliam pessoas com dificuldades para escrever são direito do aluno que necessita deste recurso (em dúvida, entre em contato com a secretaria de educação de seu município). Produtos tecnológicos como lousas interativas e tablet são opções de solução para auxiliar no processo de aprendizagem. Além de assessorar o deficiente, tornam a aula mais prática, por meio dos vídeos e imagens e menos teórica, resumida apenas a letras e números.

Fonte: Cequipel


Investir em educação é sinônimo de desenvolvimento

Toda criança quando alfabetizada, abre novos horizontes e pode voar mais alto.


É por isso que a Cequipel investe em educação, investe no futuro do país!

Fonte: Cequipel